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O centro de Curitiba viveu uma tarde vibrante neste sábado (8), quando o sol intenso e o calor típico de novembro serviram de moldura para a gravação do projeto nacional “Só Vai Que É Moda”. Gratuito e ao ar livre, o evento tomou conta da Alameda Prudente de Moraes, transformando a via em um verdadeiro corredor musical e reafirmando a capital paranaense como um dos grandes palcos da cultura popular brasileira.



Idealizado pela produtora CWB Brasil, o projeto trouxe ao coração da cidade quatro vozes femininas que representam a nova força do sertanejo: Dani Bueno, Gabi Domingues e a dupla Marjourie & Mell. Juntas, elas conduziram uma tarde de música, emoção e identidade, gravando um DVD inédito que será lançado nacionalmente em 2026 — um marco tanto para as artistas quanto para a cena musical curitibana.


Desde as primeiras horas da tarde, a quadra entre a Alameda Augusto Stellfeld e a Rua Saldanha Marinho se transformou em um ponto de encontro de gerações e estilos. Fãs do sertanejo raiz dividiram espaço com curiosos e transeuntes, todos embalados por canções que exaltam o campo, a saudade e o amor, mas agora sob um olhar feminino e contemporâneo.


Segundo João Gilberto, diretor da CWB Brasil, o “Só Vai Que É Moda” é mais que um show — é um registro cultural.


“Queremos mostrar que o sertanejo raiz continua vivo e forte”, afirmou.

A cantora Dani Bueno reforçou a importância desse espaço para as mulheres do gênero, que hoje conquistam palcos, público e reconhecimento.



Com a Alameda Prudente de Moraes tomada por vozes, aplausos e o perfume de comida de rua, o clima foi de celebração e pertencimento. O projeto reforça o protagonismo de Curitiba como cidade que valoriza a música em todas as suas formas — do popular ao erudito — e que entende o entretenimento como expressão da identidade coletiva.


Mais do que um registro fonográfico, o “Só Vai Que É Moda” marca um momento de afirmação cultural: de mulheres, de artistas e de uma cidade que sabe transformar suas ruas em palco e o público em parte da história.


Dani Bueno - Marjourie & Mell - Gabi Domingues
Dani Bueno - Marjourie & Mell - Gabi Domingues

Em 2026, quando o DVD chegar às plataformas e às telonas, Curitiba será mais uma vez lembrada — não apenas como cenário, mas como símbolo da força criativa e da pluralidade da música brasileira.

 
 

Prepare-se para voltar à metrópole mais peculiar do mundo animal: a brilhante e determinada coelha policial Judy Hopps e seu irreverente parceiro, a raposa ex-trapaceira Nick Wilde, estão de volta em Zootopia 2, e o caos anda de rabo empinado. A cidade de ­Zootopia — sempre famosa por unir coelhos, raposas, elefantes, rinocerontes, criancinhas de todas as espécies — passa por uma nova turbulência quando chega à cena um enigmático réptil: Gary De’Snake, uma cobra de passado nebuloso (voz de Ke Huy Quan) cuja chegada vira tudo de cabeça para baixo.

Judy e Nick são convocados pelo chefe de polícia Chief Bogo a aceitar uma missão que testará não apenas suas habilidades, mas também a própria parceria: infiltrarem-se nas partes mais inesperadas da cidade — pântanos urbanos, dunas de concreto, bairros esquecidos, novas zonas aquáticas — para resolver o mistério e restaurar o equilíbrio entre as espécies.


Enquanto correm contra o tempo, as questões de convivência ganham um destaque maior: como vivem juntos os predadores e os que sempre foram vistos como “presas”? O que significa ser diferente num mundo que quer se chamar “moderno”? A franquia já havia dado a largada na reflexão sobre diversidade e preconceito no primeiro capítulo — e agora eleva o nível: a chegada de Gary, uma espécie até então ausente no tecido social de Zootopia, lança luz sobre os espaços invisíveis, os grupos marginalizados, a fluidez entre “caçador” e “caçado”.


Mas não se engane: mesmo sendo repleta de humor, fofura e pistas de investigação, Zootopia 2 aposta pesado no entretenimento. As cenas de ação, as piadas rápidas entre Judy e Nick, os personagens secundários que roubarão o show — tudo isso está ali. E, claro, para as crianças: aquele monte de bichos falantes, cores, cenários vibrantes, carisma animal para dar e vender. Para os adultos: a mensagem de que “ser diferente” não é falha, e que a união entre espécies (ou entre pessoas) é o que realmente faz o mundo virar.


Resultado final? Uma sequência que quer — e parece conseguir — manter a tradição da franquia: diversão inteligente, espetáculo visual e consciência social. Porque, no fim das contas, em Zootopia ou “aqui fora”, o que importa é trabalhar lado a lado, respeitar o outro, e mostrar que “todos os animais (e pessoas) importam”. E Judy e Nick provarão que, quando se juntam, o improvável vira rotina — e o impossível, questão de hábito.



Data de estreia: 26 de novembro de 2025.

Avaliação esperada: Leve o público infantil para o riso e o público adulto para o pensamento — missão cumpre-se.

 
 

Tempo de preparo:

  • Preparo e descanso da massa: cerca de 2 horas (1 hora pro primeiro crescimento + 30 min pro segundo + tempo de misturar e sovar)

  • Forno: aproximadamente 40 a 45 minutos

  • Tempo total: entre 2h30 e 3 horas, dependendo do clima e do forno (no frio, a massa demora um tiquinho mais pra crescer, viu?).

Rendimento:

  • 2 panetones médios (de cerca de 500 g cada) ou

  • 1 panetone grande (de 1 kg, aquele bonitão de enfeitar a mesa)


Hoje não é dia de economizar amor — é dia de fazer Panetone caseiro, aquele que perfuma a casa inteira e deixa a vizinhança perguntando o que saiu do forno. E olha, não tem segredo, viu? Basta um pouquinho de paciência e muito carinho.

Panetone Caseiro da Dona Neca

Ingredientes:

  • 500 g de farinha de trigo

  • 10 g de fermento biológico seco

  • 100 g de açúcar

  • 1 pitada de sal

  • 3 ovos

  • 150 ml de leite morno

  • 100 g de manteiga em temperatura ambiente

  • 1 colher (chá) de essência de panetone ou baunilha

  • 100 g de frutas cristalizadas

  • 100 g de uvas-passas

  • (opcional) raspas de laranja ou limão pra dar aquele toque perfumado

Modo de preparo:

  1. Ative o fermento: misture o fermento com o leite morno e uma colher de açúcar. Deixe descansar uns 10 minutinhos até espumar.

  2. Misture os secos: em uma tigela grande, coloque a farinha, o restante do açúcar e o sal.

  3. Junte os líquidos: acrescente os ovos, a manteiga e a essência. Misture bem e vá adicionando o fermento ativado.

  4. Sove com carinho: trabalhe a massa até ela ficar lisinha e elástica. Se precisar, polvilhe um pouquinho mais de farinha.

  5. Descanso santo: cubra com um pano e deixe crescer por 1 hora ou até dobrar de volume.

  6. Adicione o recheio: incorpore as frutas e passas (ou o que quiser — já te conto as opções!).

  7. Divida e modele: coloque em formas de panetone e deixe crescer mais 30 minutinhos.

  8. Asse: forno preaquecido a 180 °C por cerca de 40 minutos, até dourar.

  9. Perfume de Natal: retire, deixe amornar e sinta o cheirinho de festa tomar conta da cozinha!



Dica da Dona Neca:

Não gosta de passas ou frutas cristalizadas? Não tem problema, benhê! Pode trocar por gotas de chocolate, damasco picado, nozes, castanhas ou até pedacinhos de doce de leite. O importante é o sabor ser do jeitinho que sua família gosta.


E lembre-se: Panetone caseiro não é só comida, é lembrança de Natal feita com as próprias mãos.Agora vá lá, coloque uma musiquinha boa, e deixe o forno fazer o resto da mágica.

 
 
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