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O setor de perfumaria vive um momento de inflexão — e, curiosamente, o que está em jogo não é apenas o cheiro das flores, mas o próprio modelo de negócio que envolve tecnologia, sustentabilidade e economia de recursos naturais.



Nos últimos anos, a indústria global de fragrâncias tem buscado reduzir o impacto ambiental e aumentar a eficiência produtiva. O Brasil, que já figura entre os maiores mercados consumidores de perfumes do mundo, passa agora a ser também um polo de inovação científica no setor.


A técnica Green In®, desenvolvida pelo Grupo Boticário, é um marco nesse movimento. Ao permitir capturar o aroma de flores vivas sem colhê-las, o método transforma o conceito de matéria-prima. Utilizando análise molecular, microextração em fase sólida e cromatografia gasosa, o processo identifica o chamado “DNA olfativo” das espécies e o reproduz em laboratório. O resultado: fragrâncias fiéis à natureza, produzidas sem esgotar seus recursos.


Do ponto de vista econômico, a inovação representa uma vantagem estratégica. Reduz custos com cultivo e transporte de insumos naturais, elimina desperdícios e, sobretudo, cria um ativo intangível de alto valor — a propriedade intelectual do aroma. É ciência aplicada à competitividade, em uma indústria que movimenta bilhões e depende cada vez mais de diferenciação tecnológica.


Segundo Gustavo Dieamant, diretor de P&D do grupo, a técnica une “ciência e natureza para criar experiências únicas e responsáveis”. A frase traduz um novo paradigma empresarial: lucrar e preservar não são verbos incompatíveis.


O projeto, iniciado em 2022, envolveu pesquisas em Curitiba, Holambra e Porto Alegre. As rosas de Holambra, reconhecidas pelo aroma mais puro, serviram como base para a composição da nova fragrância, criada pelos perfumistas César Veiga e Natasha Côté (IFF). A gardênia completou o buquê floral, garantindo equilíbrio e profundidade à essência.


A inovação da perfumaria reflete um movimento mais amplo: a economia verde deixou de ser discurso e passou a ser diferencial competitivo. O consumidor moderno valoriza propósito, transparência e impacto ambiental positivo. E o que o Boticário fez foi transformar esse novo comportamento em vantagem de mercado — com perfume de futuro e cheiro de boa gestão.

 
 

Ah, minha filha, essas trufas aqui são daquelas que a gente faz num dia e no outro já não tem mais uma pra contar história. É pura tentação em forma de bolinha!


Rendimento: 24 unidades

Tempo de preparo: 3 horas



Ingredientes:

  • 200g de chocolate branco de boa qualidade, picadinho

  • 100ml de creme de leite fresco

  • 2 colheres (sopa) de margarina sem sal

  • 100g de pistache sem casca, picado grosseiramente


Modo de preparo:

  1. Derreta o chocolate branco em banho-maria, com paciência — nada de botar fogo alto, senão queima e amarga tudo.

  2. Junte o creme de leite e a margarina. Misture com carinho até virar uma ganache lisinha, brilhando igual cara de gente feliz.

  3. Cubra com um plástico filme bem encostado na massa e leve pra geladeira por umas duas horinhas, ou até ficar firme o bastante pra enrolar.

  4. Depois é só pegar duas colheres pequenas — ou a mão mesmo, que a gente é de casa — e fazer as bolinhas.

  5. Passe cada trufa nos pistaches picados, pra ficarem bem cobertas e crocantes.

  6. Coloque nas forminhas e guarde na geladeira, num potinho fechado, até a hora de servir (se sobrar, né?).


Dica da Dona Neca: Essas trufas ficam um luxo num chá da tarde com as comadres. O chocolate branco é doce na medida, e o pistache dá aquele croc-croc que todo mundo adora. E se quiser impressionar o povo, sirva com um espumante brut bem geladinho. As bolhinhas limpam o paladar e o contraste do doce com a acidez é uma coisa de outro mundo!


Mas aviso logo: faça duas receitas, porque uma só é pedir pra se arrepender.

 
 


O Taj Bar, em Curitiba, foi palco de uma noite que misturou esporte, celebração e expectativa: o lançamento oficial da Maratona Internacional do Paraná, que acontecerá em abril de 2026 e marcará a inauguração da Ponte de Guaratuba, uma das obras mais esperadas do litoral paranaense. O evento reuniu autoridades, empresários, atletas e representantes do setor esportivo, com a parceria oficial do Grupo Ric, por meio da Joy Eventos, reforçando o compromisso com o fomento ao esporte e ao turismo regional.


Idealizada pelas empresas Sportion e CWB Brasil, a maratona nasce com vocação grandiosa — promete reunir milhares de corredores, entre profissionais e amadores, para cruzar o litoral entre Caiobá e Guaratuba, sobre o novo cartão-postal do estado.



Uma corrida que é mais do que uma corrida


Para João Guilherme, diretor-geral da CWB Brasil, o evento é uma celebração coletiva:

“A inauguração da ponte e a maratona são celebrações onde toda a comunidade do litoral e a comunidade paranaense abraçaram isso com muito entusiasmo”, disse.

Ele também ressaltou a importância da parceria com o Grupo Ric:

“Quando levamos essa ideia pros nossos sócios, eles se empolgaram muito e, de primeiro momento, já abraçaram a ideia e estão junto com a gente trabalhando no projeto.”

Estrutura, premiação e impacto


O diretor da Sportion, Marcos Pinheiro, destacou a dimensão logística e o envolvimento de diferentes cidades na organização:

“Juntar CWB e o Grupo RIC como parceiros para construir um projeto desse tamanho é fantástico. Estamos motivados em entregar um projeto grandioso, com o tempo necessário, e esperamos atrair os grandes nomes nacionais.”

A maratona também promete R$ 300 mil em premiações, distribuídos entre as diversas categorias, com R$ 50 mil para os vencedores geral masculino e feminino, além de bônus de R$ 10 mil para o melhor brasileiro — incentivo que reforça o caráter competitivo e profissional da prova.

Grupo Ric e a conexão com o esporte


A diretora de Marketing do Grupo Ric, Laila Sol, ressaltou o simbolismo do evento:

“Essa maratona na ponte vai celebrar um marco para o paranaense, e nosso desafio é levar essa maratona para todo o Paraná e para fora.”

O presidente do grupo, Leonardo Petrelli, enfatizou a dimensão histórica:

“Essa é uma maratona icônica, que vai ficar na história do Paraná, mostrando as belezas do litoral e promovendo saúde, turismo e esporte para toda a população.”

Leonardo e Mario Petrelli Neto, head da Joy Eventos, participaram do evento e reforçaram o caráter transformador da prova:

“Esperamos uma grande quantidade de pessoas nos dois dias, em torno de 8.000, e com certeza será um marco na história do Paraná”, completou Mario.

O olhar do governo


O secretário estadual de Esportes, Hélio Wirbiski, destacou que o evento integra um calendário amplo de ações no litoral:

“Vamos coroar tudo isso com a inauguração da ponte e essa grande Maratona Internacional, que com certeza será um evento que ficará marcado no calendário do nosso litoral paranaense.”

Já o secretário de Esportes de Curitiba, Professor Euler, apontou o novo patamar que o Paraná atingiu:

“Existe o esporte no Paraná antes do Ratinho Júnior, do Hélio Wirbinski e depois da gestão deles. O esporte hoje no Paraná é referência para todo o Brasil, e Curitiba felizmente está vindo junto, tornando-se também uma referência como cidade esportiva.”

O secretário de Guaratuba, Fábio Bilek, lembrou do impacto direto na economia local:

“Essa é uma maratona que fomenta a economia e o turismo de Guaratuba, celebrando o aniversário da cidade e a inauguração da ponte.”

Voz dos atletas


O maratonista e influenciador Edu Rocha reforçou o significado pessoal e simbólico do evento:

“Pra mim, não é só uma corrida, mas um marco de uma data aí da ponte de Guaratuba. Inaugurar a ponte com um esporte que eu mais gosto também é muito gratificante.”

Um novo marco esportivo e turístico


Na visão deste colunista, a Maratona Internacional do Paraná transcende o esporte. É um gesto simbólico — o encontro entre tecnologia, turismo e superação. A nova ponte, que por anos foi promessa e agora se tornará palco de chegada, será também uma metáfora de travessia: o Paraná ligando passado e futuro, litoral e interior, com o esporte como fio condutor.


Se correr é sobre resistência e propósito, essa maratona é sobre identidade — e promete entrar para o calendário nacional como uma das mais emblemáticas do país.

 
 
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