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Atualizado: 12 de nov. de 2025

Curitiba volta oficialmente ao circuito nacional dos Ensaios da Anitta, projeto que antecipa o Carnaval da cantora em grandes capitais do país. A nova data foi confirmada para sábado, 31 de janeiro de 2026, com pré-venda exclusiva para clientes com o cartão de crédito pessoa física do Mercado Pago nesta terça-feira (11/11), ao meio-dia, pelo canal oficial @ingresse. A classificação do evento é 18 anos, com patrocínio da Beats, Mercado Pago e Sephora Brasil.



O retorno da artista à capital paranaense reforça o peso do público local dentro do roteiro nacional da turnê “Anitta Cosmos”, que promete ser a maior e mais tecnológica edição dos Ensaios até agora. O evento deverá contar com estrutura ampliada e produção de grande porte — um salto em relação às versões anteriores.

Histórico das edições em Curitiba:

  • 2023: marcou a estreia dos Ensaios na cidade, na Pedreira Paulo Leminski, reunindo cerca de 7 mil pessoas.

  • 2024: o evento cresceu e consolidou Curitiba como parada fixa no calendário pré-carnavalesco, com 12000 ingressos esgotados em menos de 24 horas.

  • 2025: edição mais polêmica, que gerou debates morais nas redes e no plenário municipal, mas manteve a lotação máxima com mais de 18000 pessoas e ampla cobertura nacional.

  • 2026: anunciada como a maior edição já realizada na capital, com nova cenografia, figurinos inéditos e proposta visual inspirada em “Cosmos”, o novo conceito da artista.


Apesar da recente tentativa do jovem vereador em usar uma “moção de repúdio” para criticar a presença da cantora em Curitiba — sob o argumento de que o show não agregaria à economia local —, os números e o retorno da artista mostram o contrário: os Ensaios movimentam turismo, geram centenas de empregos temporários e aquecem a rede de serviços da cidade.

Anitta, por sua vez, parece responder da melhor forma possível: com palco, música e público. Porque, no fim das contas, a única “lei” que pega mesmo é a da demanda popular. *Atualização: Os Ingressos da pré-venda foram esgotados em menos de 20 minutos!

 
 

Lembram daqueles radares “espertinhos” que São Paulo e Curitiba começaram a instalar lá em 2023 — aqueles baseados no Efeito Doppler, capazes de perceber quando o motorista pisa no freio antes do radar e pisa de novo no acelerador logo depois? Pois bem: eles evoluíram. E agora, ganharam um upgrade tecnológico que promete tirar o sono (e o sossego) de muita gente que insiste em dirigir com o celular na mão.



A nova geração de radares inteligentes vem equipada com Inteligência Artificial e câmeras de altíssima definição. Essa dupla dinâmica é capaz de identificar, com precisão milimétrica, quem está usando o celular ao volante — e emitir a multa automaticamente, sem intervenção humana.


Não é ficção científica: o sistema já está operando em rodovias de São Paulo e deve se expandir para outras cidades. Ele reconhece padrões visuais — posição das mãos, postura corporal e até o brilho característico da tela do smartphone — e, em milissegundos, cruza os dados do veículo, horário e local para registrar a infração.


Segundo a Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet), o uso do celular ao dirigir é um dos maiores fatores de risco nas vias. Uma simples ligação tira a atenção do motorista por até nove segundos — tempo suficiente para percorrer duas quadras às cegas. A Organização Mundial da Saúde vai além: o hábito aumenta em 400% o risco de acidentes, equiparando-se ao ato de dirigir embriagado.


Em outras palavras: se antes o perigo estava no copo, hoje ele cabe na palma da mão.

A IA, nesse caso, surge como aliada da segurança. Ela já está presente em semáforos inteligentes, em sistemas de controle de tráfego e agora avança para o campo da fiscalização automatizada. O processo é totalmente digital: a câmera flagra, o algoritmo confirma, o sistema valida e… multa enviada. Rápido, preciso e, para muitos, implacável.


O Código de Trânsito Brasileiro classifica o uso do celular ao volante como infração gravíssima, com multa de R$ 293,47 e 7 pontos na CNH. Mas talvez o valor mais alto seja outro: o da consciência de que tecnologia e responsabilidade precisam andar na mesma faixa.


Porque, convenhamos, com radares aprendendo a ver, ouvir e pensar, talvez o único “modo invisível” que reste ao motorista seja o da prudência.

 
 

Olha só que chique: agora o paranaense vai poder ir de Curitiba direto pra Lisboa sem precisar fazer aquela maratona de conexões e cochilos desconfortáveis em São Paulo. O governador Ratinho Junior anunciou, com pompa e tapete vermelho imaginário, o primeiro voo regular da TAP Air Portugal ligando o Paraná à Europa. A estreia está marcada pra 2 de julho de 2026, e as passagens começam a ser vendidas no dia 11 de novembro — ou seja, dá tempo de juntar uns milhas, vender um rim e torcer pro euro baixar.



Ratinho falou bonito: disse que a nova rota “reforça o protagonismo do Paraná no cenário global” — o tipo de frase que combina com PowerPoint e café requentado de coletiva. Mas não dá pra negar que o feito é grande: o Estado entra de vez no mapa das rotas internacionais, e isso significa mais turistas, mais negócios e, claro, mais filas no embarque internacional do Afonso Pena.


O governador ainda lembrou que o Paraná tá vivendo um bom momento no turismo: o número de visitantes internacionais cresceu quase 23% só neste ano. Traduzindo: cada vez mais gringo dando “bom dia” torto e descobrindo que aqui o frio não é brincadeira.


A TAP, por sua vez, mandou seu diretor das Américas, Carlos Antunes, dizer que o Brasil é estratégico, o Paraná é importante e que a ideia é “aproximar portugueses e brasileiros”. Até aí tudo bem — afinal, depois de cinco séculos de idas e vindas, a gente já pode dizer que essa relação é duradoura.



O voo será operado com os Airbus A330-200, pra 269 passageiros, e vai sair de Curitiba às terças, quintas e sábados. Na volta, faz uma paradinha técnica no Rio — porque, claro, ninguém perde a chance de dar uma passadinha na Cidade Maravilhosa, nem o avião.

Durante o anúncio, teve assinatura de protocolo, fotos, apertos de mão e o tradicional discurso sobre “cooperação, turismo e desenvolvimento”. O Viaje Paraná e o Invest Paraná entraram no combo, junto com a Motiva Aeroportos, pra vender o Estado na Europa — de Madri a Berlim, passando por Lisboa, com direito a feiras, influenciadores e uns bons vinhos na bagagem.


Segundo o pessoal do Viaje Paraná, a ideia é aproveitar a nova conexão pra mostrar o Estado como destino turístico e de negócios. Ou seja: a missão agora é convencer o europeu que o pinhão é exótico, o barreado é gourmet e que a gente tem um pôr do sol tão bonito quanto o de Algarve (se o tempo ajudar, claro).


E não é que o momento ajuda? A malha aérea do Paraná tá em plena expansão: entre janeiro e setembro, 826 mil turistas estrangeiros desembarcaram por aqui. Foz e Curitiba somam seis milhões de passageiros, e até a Azul e a JetSMART estão se revezando pra ver quem leva mais curitibano pra dar um mergulho fora do país.


Com a nova pista do Afonso Pena em andamento e o pessoal da Motiva prometendo mais conexões, parece que o Paraná vai decolar de vez. Literalmente.


Agora, cá entre nós: com voo direto pra Lisboa, a única escala que vai restar é a do dólar. Mas se for pra trocar o frio de Curitiba por um pastel de Belém quentinho, acho que o sacrifício vale a pena.

 
 
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